Site próprio vs. Wix e WordPress.
Resposta direta: construtor pra validar ideia, WordPress pra quem aceita manutenção constante, código próprio pra quem usa o site como ferramenta de venda. Agora, o comparativo sem fanatismo.
As três rotas (e pra quem cada uma serve)
Construtores (Wix, Squarespace, Webflow): você monta o site num editor visual e paga assinatura mensal. Vantagem: rapidez e custo inicial baixo. Limite: o site nunca é seu — cancele e ele some; o código gerado é pesado; SEO técnico avançado é restrito. Serve para: validar um negócio novo, portfólio simples, projeto de curto prazo.
WordPress: plataforma aberta que alimenta boa parte da web. Vantagem: flexibilidade e ecossistema gigante. Limite: a flexibilidade vem de plugins — e plugin é o principal vetor de invasão e de lentidão. Um WordPress saudável exige atualização, backup e monitoramento permanentes. Serve para: blogs com publicação intensa, sites com editores não-técnicos, orçamentos médios.
Código próprio (HTML/CSS/JS sob medida): o site é escrito para o seu projeto, sem camadas genéricas. Vantagem: máxima velocidade, segurança por design (sem plugins pra invadir), SEO e GEO técnicos completos e propriedade total do ativo. Limite: exige um profissional para criar e para mudanças estruturais. Serve para: empresas em que o site vende — capta lead, sustenta campanha, converte.
Os critérios que decidem
Velocidade. Fator de ranking do Google e primeiro motivo de abandono no celular. Código próprio carrega uma fração do peso de um construtor: sem page builder, sem 30 plugins, sem tema com 90% de código morto. Nosso próprio site é o exemplo: teste o rds.works no PageSpeed.
Segurança. A maioria absoluta das invasões de sites de pequenas empresas explora plugins WordPress desatualizados. Um site estático em código próprio não tem essa superfície de ataque — não há o que "desatualizar".
SEO e GEO. Dados estruturados completos (Schema.org), HTML semântico, FAQ marcada, llms.txt — o pacote que faz o site aparecer no Google e nas respostas de IA (entenda o que é GEO). Construtores geram isso mal; no código próprio, cada elemento é intencional.
Custo em 3 anos. A conta que ninguém faz: Wix Business custa R$ 100-200/mês — R$ 3.600 a R$ 7.200 em 3 anos, alugando. Código próprio: investimento único de criação + hospedagem de ~R$ 30/mês. No horizonte de 3 anos, frequentemente empata ou sai mais barato — e no final você tem um ativo, não um contrato.
Propriedade. O critério definitivo. Site em código próprio significa receber o código-fonte, hospedar onde quiser e trocar de fornecedor sem refazer nada. É a diferença entre construir na sua terra ou na terra alugada.
O veredito
Se o seu negócio está nascendo e cada real importa, comece num construtor — sem culpa. Se o site já é (ou vai ser) uma peça da sua máquina de vendas, com tráfego pago, captação de leads e busca orgânica, invista em código próprio: a diferença de performance, segurança e SEO se paga em conversão.
É esse segundo cenário que atendemos na frente de criação de sites — projetos como as landing pages de captação do Banco Sofisa e do BTG Pactual foram construídos exatamente assim. Quer saber qual rota faz sentido pro seu caso? Conte o seu cenário: respondemos com uma recomendação direta em até 1 dia útil — mesmo que seja "fica no Wix por enquanto".