Quanto custa um site profissional em 2026?
Resposta direta: landing page entre R$ 1.500 e R$ 5.000; site institucional entre R$ 3.000 e R$ 12.000; e-commerce a partir de R$ 8.000. Agora, o que faz o preço variar — e como não pagar errado.
As faixas de preço no mercado brasileiro
Depois de 20 anos criando sites — e centenas de landing pages e sites entregues, incluindo projetos para Banco Sofisa, BTG Pactual e Camil — esta é a leitura real do mercado em 2026:
Landing page profissional: R$ 1.500 a R$ 5.000. Uma página, um objetivo (captar leads, vender um produto, inscrever candidatos). O topo da faixa inclui redação persuasiva, testes de conversão e integração com analytics e CRM.
Site institucional: R$ 3.000 a R$ 12.000. A presença completa: home, serviços, sobre, portfólio, blog, contato. O que puxa o preço pra cima: número de páginas, produção de conteúdo, SEO técnico completo e recursos como agendamento ou área restrita.
E-commerce: a partir de R$ 8.000. Catálogo, carrinho, checkout, frete, meios de pagamento. A complexidade cresce com o número de produtos e integrações (ERP, marketplaces, logística).
Abaixo dessas faixas existe mercado — templates de R$ 500, sobrinho que "faz no Wix" — e acima também (projetos corporativos de R$ 50 mil+). O barato entrega uma página no ar; o profissional entrega uma ferramenta de venda. São produtos diferentes com o mesmo nome.
Os 5 fatores que mudam o preço
1. Design próprio vs. template. Template adaptado custa menos e parece com outros mil sites. Design próprio parte da sua identidade de marca — custa mais e diferencia.
2. Conteúdo. Quem escreve os textos? Se a resposta é "você", o orçamento cai — e o projeto atrasa, porque conteúdo é onde todo cliente trava. Redação profissional orientada a SEO agrega valor real.
3. SEO técnico e GEO. Um site pode nascer invisível ou nascer otimizado: performance, HTML semântico, dados estruturados (Schema.org), sitemap, e agora GEO — otimização para aparecer nas respostas de ChatGPT, Perplexity e Gemini. Isso é trabalho técnico especializado, e é o que separa um site bonito de um site que traz cliente.
4. Prazo. Urgência custa. Um cronograma normal (15-30 dias para institucional) permite fazer bem-feito; uma entrega em 5 dias exige mobilização e tem prêmio de preço.
5. Propriedade do código. Fator invisível no orçamento e gigante no longo prazo: no fim do projeto, o site é seu? Em construtores (Wix, Squarespace), você aluga pra sempre. Em código próprio, o ativo é da empresa — sem mensalidade obrigatória, hospedável em qualquer lugar. Comparamos os dois modelos em detalhe aqui.
Os custos recorrentes (que ninguém te conta)
Todo site tem dois custos inevitáveis: domínio (R$ 40-60/ano no Registro.br ou equivalente) e hospedagem (R$ 20-40/mês para a maioria dos negócios). Só isso. Se um fornecedor cobra "manutenção obrigatória" de centenas de reais por mês sem entregar evolução contínua, questione o que está incluso.
Suporte contínuo, atualização de conteúdo e crescimento do site são serviços legítimos — mas devem ser opcionais e transparentes, não amarras.
Como avaliar um orçamento
Peça a especificação por escrito e verifique se cobre: design responsivo próprio, SEO técnico com dados estruturados, formulário funcionando com notificação, Google Analytics configurado, treinamento de uso e entrega do código-fonte. Se algum desses itens estiver ausente ou vago, o barato tende a sair caro.
Na rdesigner, cada projeto recebe proposta fechada após um briefing — sem surpresa no meio do caminho — com resposta em até 1 dia útil. Se quiser um número pro seu caso, conte o seu desafio aqui.